Linha Administração e Políticas Públicas
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Linha Administração e Políticas Públicas


Autor: Ives Gandra da Silva Martins Filho

Sinopse: Nas mãos de quem gostaríamos que caísse nosso processo? Que qualidades e virtudes gostaríamos que tivesse o juiz que devesse julgar nossa causa? Como conseguir que os juízes brasileiros estejam nesses patamares éticos desejáveis por toda a sociedade? Como fazer sair do papel os padrões erigidos em nossos Códigos de Ética da Magistratura? E como exercer o controle sobre essa mesma prestação jurisdicional através do CNJ e das corregedorias de justiça em relação aos desvios éticos encontrados? Essas são algumas das perguntas que a Obra procura responder, a partir da experiência adquirida pelo Autor, como Conselheiro que foi do CNJ, Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho e 1º Diretor da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho.

[SERÁ LANÇADO EM BREVE]



Autor: José Roberto Rodrigues Afonso

Sinopse: Resultado da parceria entre a Editora Saraiva e o Instituto Brasiliense de Direito Público, este volume inaugura a da Série IDP, que visa contribuir com acervo acadêmico de porte, capaz de sustentar os mais abrangentes fóruns de discussão contemporâneos.

John Maynard Keynes foi um destacado economista inglês. Sua teoria baseia-se na intervenção do Estado e foi colocada em prática após o fim da Segunda Guerra Mundial como opção para a recuperação dos países devastados pela guerra. Naqueles tempos difíceis, o movimento foi apelidado de “Welfare State”, “Estado de bem-estar social” e, até mesmo, “keynesianismo”.

Os ideais de Keynes prevaleceram até o fim dos anos 1960, quando, em meio à instabilidade econômica e à inflação, passaram a ser substituídos por um modelo que prega a mínima intervenção do Estado no mercado, ou seja, o Estado Mínimo.

Ocorre que os conceitos de Keynes foram revisitados principalmente com o advento da crise financeira global de 2008 e 2009, época em que livros, artigos e publicações acadêmicas, discursos governamentais e a mídia, impressa e eletrônica, recorreram ao renomado pensador.

Nesse sentido, é oportuno refletir sobre os originais de Keynes antes de analisar as políticas fiscais que marcaram a resposta à crise de governos mundo afora, especialmente a do brasileiro.

Nas palavras de José Roberto Rodrigues Afonso, “desde que essa matéria voltou ao cerne da agenda econômica na virada da década, diante da crise financeira global e das respostas dadas, muitos invocaram Keynes e teceram as mais diferentes leituras. Aqui será feita mais uma leitura. Ela será estruturada em torno de dois cortes conceituais e em contextos bem distintos: inicialmente, a política fiscal que responde à crise (caso da guerra, militar, e, de certa forma, econômica); depois, a filosofia fiscal, que procura evitar a volta da crise no futuro (caso da busca pela pax econômica)”.
Pode-se afirmar que este volume assume o papel de formação multidisciplinar no contexto dos estudos sobre a administração pública.


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